quarta-feira, 23 de março de 2011

CENTRAL ESTUDANTIL-CES FISCALIZA O CUMPRIMENTO A LEI DA MEIA ENTRADA


A Central Estudantil informa que estará acompanhando as vendas dos ingressos para estudantes pela metade do preço, a MEIA ENTRDA, o desconto é de 50% (cinquenta por cento). A venda ocorre em cumprimento à legislação municipal que assegura tal benefício.


Para comprar o ingresso basta o estudante apresentar o cartão estudantil da CES e do mei de 2010 ou 2011.

Confira:

SHOW: Nando Reis
DATA DA VENDA:23 de Março (Quarta). Apartir dás 09:00h
LOCAL DA VENDA: Ybite (Rio Anil Shopping)

SHOW: Ivete Sangalo
DATA DA VENDA: 25 de Março (Sexta. Apartir dás 08:00h
LOCAL DA VENDA: Arena da Lago da Jansen

SHOW:Pitty
DATA DA VENDA:26 de Março (Sábado). Apartir dás 09:00h
LOCAL DA VENDA:Shopping Jaracaty (pastelândia)

terça-feira, 22 de março de 2011

BLOCAO EM MADRAGOA-BACURI-MARANHÃO

Após alguns dias depois do carnaval finalmente as fotos do carnaval mais gostoso do MA. Depois mais informações.

Em fim as fotos do carnaval;









sexta-feira, 18 de março de 2011

Executivo, Legislativo, Judiciário e imprensa massacram os professores do MA

Nunca na história do Maranhão se assistiu a um massacre tão cruel a uma classe que deveria ser prestigiada, estimulada, priorizada e, sobretudo, respeitada como a classe dos professores.



Uma campanha sórdida contra a categoria que usa a greve como único e último instrumento para garantir seus reais interesses e preservar os direitos.

Muito antes da greve dos professores da rede estadual de ensino, deflagrada neste mês, o Governo do Estado sabia previamente da pauta de reivindicação da categoria, que acabou ludibriada.

Os mestres pleiteavam, como ponto principal da pauta, um aumento de 40%, ainda que escalonado. Disto todos sabiam.

Mas o Governo do Estado, no curso das negociações, apresentou um escalonamento que vai além do mandato da atual ocupante do Palácio dos Leões. Um jogada perigosa. Um engôdo futuro, para ser mais verdadeiro.

Bastou o início da greve, o Palácio armou-se com todos os dentes e as garras dos leões para atirar os professores na jaula.

Massificou uma campanha para mostrar que os salários da categoria são os melhores e maiores do país, ao ponto de responsabilizar os professores pelos péssimos índices educacionais no Maranhão.

Se o professor ganha bem, qual a razão da péssima qualidade de ensino? Uma insinuação descabida. Tirou de sí a responsabilidade e jogou nas costas calejadas dos mestres. O educador deveria, sim, ganhar muito mais. E ao governo caberia implantar políticas públicas sérias para o setor e exigir dos professores a execução dos seus programas educacionais.

Mas não parou por aí, não. Usou toda a imprensa alinhada para jogar a sociedade contra os grevistas, principalmente os pais e alunos.

Toda a estrutura da Secom é utilizada diariamente para mostrar que os professores são os bandidos e o governo o mocinho. A que ponto chegamos.

Com o Legislativo, que tem sido sempre um apêndice do Executivo, não poderia ter sido diferente. Acocorada eterno aos desejos do Palácio dos Leões, a Assembléia Legislativa não honrou o nome que tem do guerreiro Manoel Bequimão.

Ensaiaram reuniões como se estivessem na causa dos professores ou mesmo na busca de soluções para o fim da greve. Puro teatro. Os professores foram a sede do Assembléia colocar suas reivindicações. Os deputados foram agachados ao gabinete da secretária de Educação. Quanta disfarçatez.

Aí o Judiciário entrou em campo na condição de árbitro, daqueles que apitam sempre a favor dos mais fortes. O TJ decretou a ilegalidade da greve, alegando que as negociações haviam sido interrompidas antes de esgotadas.

Como antes de esgotadas se todas já sabiam da posição irredutível do Governo do Estado? Então só deve prevalecer a voz e pulso do Estado? Só a ele é dado o direito de negociar como bem entender, sem abrir um milimetro de sua posição?

Em campo, o Judicário arbitrou o pagamento de multas de R$ 50 mil por dia se a greve permanecer. E mais: os descontos em folha de todos os dias parados, que hoje totalizam 18. Não tenho dúvidas: voltamos para o regime militar. Afinal, estamos no Maranhão, terra de quem pode e manda. Uma capitania hereditária.

Como as campanhas na imprensa não levaram a sociedade ao equivoco, foi preciso o Legislativo que nada entende da voz rouca das ruas, da luta dos professores. E por fim, recorreram ao Judicário, o último instrumento para apagar do quadro as reivindicações da classe. Uma lástima.

Do blog de Luis Cardoso

quinta-feira, 17 de março de 2011

ENTIDADES ESTUDANTIS PEDEM DIÁLOGO ENTRE GOVERNO E EDUCADORES

O Movimento Estudantil Independente (MEI) e a Central Estudantil (CES) vêm a público, lamentar a forma autoritária como o governo do estado tratou a greve dos professores que lutam por melhorias salariais e por melhores condições de trabalho.

Sabemos que a greve atrasará o calendário letivo, mais, sabemos também que não adiantará muito termos em sala de aula um professor desestimulado e sem condições favoráveis para lecionar. Queremos educação de qualidade, para isso é indispensável que tenhamos profissionais capacitados.

Temos convicção que o dialogo é a melhor opção, inclusive, os estudantes deveriam ser ouvidos. Temos preocupação, pois, o fim da greve sem dialogo não significa o fim da turbulência.

Reiteramos o pedido a Secretaria de Educação e a Governadora para que ouça o clamor dos professores e ponha fim à greve através da negociação, do diálogo.

Daíe Lisboa
Presidente do MEI


Lucivaldo Lopes
Presidente da CES

quarta-feira, 16 de março de 2011

E NO MELHOR GOVERNO

Parte 1

Em meio as informações vinculadas pela SEDUC, no poderoso sistema mirante, dava para acreditar que o Simproessema era quem não queria conversar. Mas a máscara, mais uma vez caiu.


Blog de JONH CUTRIM

Em meio a mais uma calorosa discussão entre oposicionistas e governistas, a Assembléia Legislativa rejeitou hoje (16) requerimento, de autoria do deputado Rubens Junior (PCdoB), no qual pleiteava a realização de audiência pública com o objetivo de discutir propostas para por fim à greve dos professores da rede estadual de ensino.

A favor do requerimento votaram apenas os deputados Marcelo Tavares (PSB), Bira do Pindaré (PT), Luciano Leitoa (PSB), Cleide Coutinho (PSB), Gardênia Castelo (PSDB), Neto Evangelista (PSDB) e Eliziane Gama (PPS). Os deputados do PDT acompanharam o voto da bancada governista.

Ao defender a aprovação da audiência, Rubens Jr. disse em seu discurso que a Casa não podia abrir mão de intermediar o fim da paralisação dos educadores. “É ou não é um problema estadual a greve dos professores? Lógico que sim. Temos que aprovar o pedido de audiência pública para discutir o problema e chegarmos a uma solução para a greve”, destacou.

De acordo com o deputado, que faz aniversário nesta quarta-feira (16), a audiência seria uma oportunidade de colocar na mesma mesa de negociação o presidente do Sinproesemma, o representante do Poder Executivo e o representante dos estudantes a fim de que se chegasse a um consenso quanto à interrupção dos trabalhos dos docentes.

“Eu não abro mão disso, e é isso que eu vim pedir aos senhores deputados, que votem favorável ao pedido de audiência. Não há forma melhor de comemorar o aniversário do que defendendo o fim da greve”, reiterou Rubens Junior, ao ter logo após o pronuncimento o seu pedido rejeitado.

Em aparte, o deputado Marcelo Tavares disse que a audiência pública para debater a greve dos professores do estado seria uma forma de a Secretaria de Educação e o Governo do Estado tinha de confirmar a propaganda institucional veiculada em alguns órgãos de comunicação.

“Todos os dias nós assistimos na televisão à propaganda do Governo do Estado de que é aberto à negociação, de que quer promover o diálogo e o fim da greve. Seria a oportunidade ideal então da secretária de Educação mostrar à sociedade maranhense que ela de fato é a favor do diálogo e que o Governo tem uma proposta que é do interesse de todos”, declarou.

terça-feira, 1 de março de 2011

CARNAVAL 2011: BLOCÃO DA JUVENTUDE


O Conselho Estadual da Juventude-CEJOVEM e o Fórum Estadual de Juventude-FEJMA, através de parceria firmada com a Secretaria de Estado Extraordinaria da Juventude-SEJUV, com o DETRAN e a Policia Fedreral, promoverá durante todo o carnaval uma série de ações educativas no Estado. As ações incluem blitz educativas distribuição de preservativos, folder's informativos sobre drogas e DST's e sobre o perigo de dirigir álcoolizado.

Mobilizamos os grupos juvenis que têm trabalho em suas cidades para juntos fazermos esta atividade. "Conscientizar o cidadão, o jovem, o trabalhador, sobre o perigo da combinação de álcool e trânsito, alertando ainda sobre o risco de contração das DST's nesse período, isso tudo numa ação sempre inovadora quando parte de jovem pra jovem" -disse: Assis Filho, membro do CEJOVEM.

HISTÓRICO
O BLOCÃO DA JUVENTUDE, como foi batizado o Projeto, nasceu da articulação da Juventude na gestão do ex-governador Zé Reinaldo, em 2005. De lá para cá foram varias as cidades que recebeu a mobilização do Blocão e em 2011 não será diferente. Este ano acontecerá nas cidades de Pio XII, Peritoró, Coroatá, São Mateus do Maranhão, Buriti Bravo, Caxias, Bacabal, Governador Nunes Freire, Matinha, Pinheiro, Bacuri e São Luis.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

SALARIO MINIMO É 545

O plenário rejeitou emendas que previam valores de R$ 600 e de R$ 560. A matéria será votada pelos senadores.



Após 10 horas de sessão, o Plenário aprovou na noite desta quarta-feira, em votação simbólica o salário mínimo de R$ 545, com vigência a partir do mês seguinte ao de publicação da futura lei. Até essa data, valerão os R$ 540 estipulados pela Medida Provisória 516/10. O Projeto de Lei 382/11, do Executivo, ainda precisa ser analisado pelo Senado.


Os deputados fizeram um longo debate durante toda a tarde e a noite. Na fase de discussão, houve 20 oradores a favor e 20 contra o texto original do projeto, relatado pelo deputado Vicentinho (PT-SP).

Em votações nominaisVotação em que é possível identificar os votantes e seus respectivos votos, ou apenas os votantes, no caso em que os votos devam permanecer secretos. Opõe-se à votação simbólica, na qual não há registro individual de votos., o Plenário rejeitou, por 376 votos a 106, a emenda do PSDB que previa o valor de R$ 600; e por 361 a 120 a emenda do DEM de R$ 560.

Aumento real
Na defesa dos R$ 600, o deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP) disse que no governo do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) foi concedido aumento real de 44%, mesmo com mais crises atingindo o Brasil. "Os R$ 600 são plenamente factíveis. O que o governo aprovou agora é muito pouco", argumentou.

Contra essa emenda, o relator Vicentinho disse que prefere regras claras e definidas para o aumento do mínimo. "Os que vaiaram [os R$ 545] terão de aplaudir já em janeiro do próximo ano, com um mínimo de R$ 616", afirmou. "Graças às centrais sindicais e à sensibilidade do Congresso e da Presidência da República, chegamos a esse patamar de valorização do mínimo", afirmou.

Acordo e consciência
O líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), disse que os trabalhadores ficarão decepcionados com a rejeição da sua emenda que fixava o mínimo em R$ 560. "Mais forte do que a pressão do governo é a consciência política dos deputados", afirmou, dirigindo-se aos parlamentares para pedir apoio aos R$ 560.

O relator Vicentinho lembrou que a política de valorização do mínimo nos moldes atuais resultou de negociações que começaram no primeiro mandato do ex-presidente Lula. "Quando se faz um acordo é importante cumpri-lo", afirmou. Segundo ele, essa atitude será boa para a luta por outras reivindicações trabalhistas, como a carga de trabalho de 40 horas semanais, o reajuste da tabela do Imposto de Renda e o fim do fator previdenciárioO fator previdenciário atinge apenas as aposentadorias do regime do INSS. É calculado com base na alíquota de contribuição, na idade do trabalhador, no tempo de contribuição e na expectativa de vida..

O líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), disse que a votação da matéria no Senado será tranquila, com nova vitória do governo.

Aumentos futuros
Para os aumentos futuros do salário mínimo, a fórmula aprovada é a mesma em vigor desde 2007: reposição da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPCMede a variação de preços da cesta de consumo das famílias de baixa renda, com salário de um a seis mínimos, entre os dias 1º e 30 do mês de referência. Abrange nove regiões metropolitanas do País (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém, Porto Alegre e Curitiba), além do município de Goiânia e de Brasília. O índice é calculado pelo IBGE desde 1979 e é muito utilizado como parâmetro para reajustar salários em negociações trabalhistas.) e aumento real pela taxa do Produto Interno Bruto (PIBIndicador que mede a produção total de bens e serviços finais de um país, levando em conta três grupos principais: - agropecuária, formado por agricultura extrativa vegetal e pecuária; - indústria, que engloba áreas extrativa mineral, de transformação, serviços industriais de utilidade pública e construção civil; e - serviços, que incluem comércio, transporte, comunicação, serviços da administração pública e outros. A partir de uma comparação entre a produção de um ano e do anterior, encontra-se a variação anual do PIB.) de dois anos anteriores. Essa regra valerá para os anos de 2012 a 2015.

Como o mínimo sempre muda em 1º de janeiro, o INPC relativo ao ano anterior conterá uma estimativa para o mês de dezembro, porque o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGEÓrgão da administração pública federal subordinado ao Ministério do Planejamento. Principal provedor de dados e informações oficiais do país. Suas principais funções são: produzir, analisar e consolidar informações estatísticas e geográficas, estruturar e implantar um sistema de informações ambientais, documentar e disseminar informações e coordenar sistemas estatístico e cartográfico nacionais.) divulga o índice final apenas em janeiro. O índice aplicado valerá para o ano todo e, se houver resíduo, será compensado no ano seguinte, sem retroatividade.

O reajuste vinculado ao PIB será considerado como aumento real. Assim, para 2012 será aplicado o percentual de crescimento do PIB de 2010. Caso a variação seja negativa ou nula, não haverá aumento real.

Da mesma maneira, para calcular a variação do PIB anual será feita uma estimativa do último trimestre do ano anterior, pois somente em março o IBGE divulga o PIB ajustado